É nestas alturas que dou graças por manter os meus pés bem assentes na terra, ou pelo menos esperar sempre pelo pior (e sim, sou um incorrigível optimista mas acredito que se contar com o pior ou com um resultado longe do óptimo é uma forma de mante a minha sanidade).
Depois de várias ofertas no ano passado chegam no mesmo dia convites para um livro e viagens + alojamento para uma palestra no Espírito Santo. Como não há bela sem senão o livro seria co-financiado por mim (não que a perspectiva me agradasse muito, para ser sincero) e o convite para a palestra assumia que eu estaria do outro lado do atlântico. Felizmente que perguntei logo, “sabe que eu não estou no Brasil?” Viagem transatlântica é cara, puxa vida